novas regras minha casa minha vida vão acelerar o mercado

minha-casa-minha-vidaPara quem anda desmotivado com os negócios no período de crise, o Governo Federal implementou mudanças para animar e movimentar o setor imobiliário brasileiro. Os ajustes são no programa habitacional “Minha casa, minha vida”: as faixas de renda foram ampliadas e modificadas, atendendo, agora, a uma fatia do mercado que deixava de financiar imóveis devido aos juros altos.

A notícia está sendo recebida com otimismo pelo mercado de imóveis, especialmente pelas construtoras. As novas regras ampliam o acesso ao programa, o que, muito em breve, deve gerar uma demanda maior por empreendimentos e provocar um movimento no setor da construção civil.

Novas regras do programa “Minha casa, minha vida”

As principais mudanças são a criação de uma faixa intermediária de renda e maiores juros para famílias que recebem a partir de R$2.350,00 por mês. As novas regras se aplicam somente a novos contratos.

Confira o que mudou no “Minha casa, minha vida”, programa que permite pessoas com várias faixas de renda financiar imóveis com juros mais baixos, e como será possível atender um público maior oferecendo novos benefícios.

Faixa 1

A faixa 1 não sofre alteração. Pessoas com renda de até R$1.800,00 não pagam juros.

Faixa 1,5

A renda familiar dessa faixa era de R$ 2.350, Agora, ela passará a atender pessoas com renda de até R$ 2.600. Outra novidade é que o subsídio vai passar de R$ 45 mil para R$ 47,5 mil. A taxa de juros anual é de 5% com prazo de até 30 anos para quitar o imóvel.

Faixa 2

Nessa faixa, a renda familiar aceita era de R$3,6 mil, mas agora, aqueles que possuem uma renda de até R$4 mil podem realizar seu financiamento com juros de 5,5 a 7%, variando conforme os ganhos. O subsídio para a compra do imóvel passa a ser de até R$27,5 mil.

Faixa 3

Aqui, a renda familiar, que era de R$ 6,5, passa a ser até R$ 7 mil e não contempla subsídio do governo. Os imóveis poderão ter limite de R$ 240 mil e os juros anuais são de 8,16%.

Faixa 3 (expansão)

Essa é uma nova faixa de renda que foi anunciada, composta por pessoas que estavam deixando de comprar imóveis devido aos altos juros.

Exatamente por isso, a faixa 3 foi expandida para uma renda bruta familiar de R$ 7 mil a R$ 9 mil. Também não há subsídio, mas os juros são de 9,16% ao ano. Os imóveis financiados poderão ter valor máximo de R$ 300 mil.

Impactos das novas regras no mercado de imóveis

Essas são mudanças bastante positivas para o setor imobiliário do país. Confira os principais impactos das novas regras do programa “Minha casa, minha vida” para o mercado de imóveis.

Ampliação do público

A expansão da terceira faixa de renda do programa amplia o público com possibilidade de usufruir do programa.

Isso significa um crescimento da procura por imóveis que se encaixam nesse perfil e um aumento dos possíveis clientes que podem adquirir imóveis por meio do “Minha casa, minha vida”.

Aumento da demanda por unidades habitacionais

Além da demanda criada por um novo perfil de imóvel, que ocorre devido à criação da última faixa do programa, o aumento das rendas, e também de alguns dos subsídios na maior parte das faixas do programa, cria uma maior demanda por imóveis.

Isso acontece porque as novas regras aumentam o número de pessoas que podem financiar imóveis a juros mais baixos. Esse fato deve não só possibilitar e criar uma necessidade para a construção de mais empreendimentos, como também movimentar e acabar com estoques de imóveis parados das construtoras e imobiliárias.

Essa situação é favorável não somente pelos negócios que vão ser fechados, mas também porque com uma maior demanda e menos estoque, logo o mercado imobiliário vai aquecer, algo muito esperado para superar o momento de crise.

Sua construtora, incorporadora ou imobiliária está preparada para a aceleração da economia que está por vir devido às novas regras do setor imobiliário? o Hiperdados pode te ajudar. 

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