Índice PROPERATI-HIPERDADOS informações do mercado imobiliário NOVEMBRO/2016 - Software para Incorporadora e Construtora

mercado-imobiliario-indice-properati-hiperdados-novembro-16O portal e aplicativo imobiliário Properati e a Hiperdados, plataforma de gestão de informações integradas do mercado, acabam de fechar o relatório que traz a medição da variação dos preços médios do setor imobiliário no mês de novembro. O levantamento é feito em cima da base de mais de um milhão de imóveis anunciados no portal Properati.

De acordo com o indicador de medição de preços do mercado imobiliário Índice Properati-Hiperdados (IPH), metade das 50 grandes cidades brasileiras analisadas apresentaram queda nos seus preços e a outra metade teve alta nos valores dos imóveis colocados à venda. No comparativo entre as capitais analisadas, o IPH também aponta para um equilíbrio nas variações dos preços para cima e para baixo, indicando uma persistente instabilidade no mercado imobiliário brasileiro, conforme já ressaltado em relatórios mensais passados. A medição do índice desconsidera a inflação do período.

Os preços médios dos imóveis usados à venda em São Paulo seguem um movimento de sobe e desce mensal. Após caírem 1,18% em outubro, voltaram a subir no mês de novembro, quando o IPH identificou aumento de 0,68%. O valor do  m² chegou a R$ 8.256.

O mercado imobiliário do Rio de Janeiro também segue instável. O indicador do IPH mostra que, em novembro, os preços sofreram um tombo de 3,0%, após alta de 0,48% em outubro. A média do m² atual é de R$ 8.274.

Já os preços dos imóveis de Porto Alegre continuam em queda livre. O ritmo de desvalorização média dos preços dos imóveis, no entanto, reduziu quando comparado ao trimestre anterior. Em novembro, a queda foi de 1,12%, e em outubro, de 1,04%. Antes, em setembro, a queda havia chegado a 2,15%.

Em BH, os preços também seguem com tendência de queda, tendo sofrido uma piora em novembro. O IPH registrou um recuo de 1,78% frente a queda de 0,75% em outubro.

Os valores dos imóveis colocados à venda na capital do Espírito Santo continuam instáveis. Em novembro, houve alta de 1,71%, após desvalorização, em outubro, de 0,87%.

Após apresentarem um avanço de 2,25% no mês de agosto, os preços dos imóveis em Goiânia mudaram de rumo: em setembro, caíram em 2,50%. Em outubro, nova queda: desta vez, de 2,13%. No mês passado, queda novamente, mas, desta vez, muito menor que a observada nos outros meses, de apenas 0,13%. O preço médio do m² chegou a R$ 3.956.

Os imóveis de Brasília, por sua vez, apresentam tendência de valorização. Em novembro, houve um aumento de 0,99%, após salto de 2,55% em outubro, fazendo o m² chegar a valer, em média, R$ 6.048. Curitiba apresentou um recuo nos seus preços médios em novembro após dois meses de alta consecutiva (alta de 1,16% em outubro e 2,81% em setembro). Após cair 1,17%, o custo do m² chegou a R$ 4.813.

Os preços médios em Florianópolis voltaram a subir em novembro. A alta no mês foi de 2,78%, bem acima do percentual observado em outubro, de 1,16%, fazendo o  m² atingir o custo de R$ 5.021.

A região do ABC paulista teve queda generalizada nos valores de seus imóveis. Em Santo André, houve recuo de 0,41%; em São Bernardo do Campo, queda de 0,72%; e em São Caetano do Sul, os preços retrocederam em 0,26%.

No norte e nordeste do País, os preços tiveram alta em todo o mercado regional: Belém (em novembro, o aumento foi de 1,66%; em outubro, foi de 1,87%), Fortaleza (alta de 2,85% em novembro, ante 1,91% em outubro), Salvador (aumento de 0,36%, menor que o observado em outubro, de 2,85%),  Natal (houve recuperação em novembro, com alta de 0,58%, após queda de 0,65% em outubro) e  João Pessoa (aumento de 0,99% em novembro após grande desvalorização de 3,27% no mês anterior).

Cenário

Para o diretor de Operações do Hiperdados, Wagner Dias, as vendas de imóveis refletem a sazonalidade do momento. “Assim, por exemplo, o número de vendas de imóveis em regiões de veraneio é maior em período de férias, porque as famílias estão visitando lugares para passear. No mesmo período, as grandes metrópoles apresentam movimento inverso, pois o consumo de imóveis diminui, uma vez que as famílias estão viajando.”

Nesse caso, explica, o mercado imobiliário aquece em determinadas regiões e arrefece em outras. “Mas neste final de ano está sendo um pouco diferente, porque a faxina no cenário político nacional, junto com a lenta redução de juros SELIC promovida pelo Banco Central, o imbróglio entre  poderes judiciário e legislativo e a infinita discussão sobre reformas, PEC’s e as medidas contra corrupção tomaram conta de todas as pautas do governo”, afirma.

O desemprego e a falta de investimentos não ajudam na recuperação da economia. O índice de confiança do consumidor medido pela Fundação Getúlio Vargas voltou a cair no mês de novembro e o governo aposta na reforma fiscal para animar o mercado e alavancar investimentos externos. No entanto, essa aposta ainda não surtiu os efeitos esperados no mercado imobiliário. “Inflação sob controle e dólar estável são partes do remédio, mas o Brasil precisa de muito mais, a começar com agilidade nas decisões de curto prazo que ofereçam resultados mais rapidamente, como um corte brusco na taxa de juros. Enquanto isso, o consumo anda tímido, principalmente nesse mercado. Logo, o preço dos imóveis, no horizonte de alguns meses, não consegue acompanhar a inflação”, conclui Dias.

O Country Manager do Properati no Brasil, Renato Orfaly, aguarda melhores perspectivas para o ano que vem. “Se confirmados os índices previstos para melhora da economia, tais como a desaceleração da inflação, redução das taxas de juros e aumento do PIB na ordem de 1% para 2017, então teremos os ingredientes para um fortalecimento no consumo das famílias e ânimo de investimento por parte das empresas, principalmente para os lançamentos de novos empreendimentos imobiliários”, diz.

TABELA 1: Índice Properati Hiperdados Residencial Geral (IPH-RES/G): medição novembro/2016, variação nominal comparada com o mês anterior.

inteligencia-de-mercado-incorporadora-iphg-nov-16

 

Contribuição da amostra: é o percentual de contribuição dos índices para a composição do índice IPH-RES/G (Índice Properati Hiperdados Residencial Apartamentos), que são eles:

– IPH-RES/A (Índice Properati Hiperdados Residencial Apartamentos);

– IPH-RES/C (Índice Properati Hiperdados Residencial Casas).

A variação da amostra tanto do IPH-RES/A quanto do IPH-RES/C representa o quanto estas amostras evoluíram de um mês para o outro.

 

TABELA 2: Índice Properati Hiperdados Residencial Apartamentos (IPH-RES/A): medição novembro/2016, variação nominal comparada com o mês anterior.

inteligencia-de-mercado-incorporadora-ipha-nov-16

TABELA 3: Índice Properati Hiperdados Residencial Casas (IPH-RES/C): medição novembro/2016, variação nominal comparada com o mês anterior.

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