mercado imobiliário Agosto de 2016 indice Properati Hiperdados

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A sociedade está esperançosa e cautelosa, e isso faz com que preços apresentem variações para cima e para baixo, mas em grandes centros os preços dos imóveis permanecem sem acompanhar a inflação dos preços gerais, o que é ruim para quem quer vender um imóvel e, ao mesmo tempo, maravilhoso para quem quer comprar um imóvel.

O mês de agosto de 2016 vai entrar para história, pois novos cursos estão a caminho já que a novela impeachment acabou, e isso é muito bom para traçar novos rumos. O setor produtivo brasileiro começa a deixar claro que sua agenda para a retomada da atividade no país vai muito além do ajuste fiscal .

Recentemente o presidente do Sindicato das Indústrias de Construção do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP), José Romeu Ferraz Neto, avalia que a retomada de investimentos no setor depende de mudanças estruturais — reformas trabalhista, previdenciária e social — e não “simplesmente” da troca de governo do país.

Enquanto isso: o navio chamado economia nacional demonstra que estava desligado e as marés de pessimismo ainda o empurravam para traz, pois segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) a economia brasileira encolheu 0,6% no segundo trimestre deste ano em relação ao trimestre anterior, segundo os dados do PIB (Produto Interno Bruto). Na comparação com o segundo trimestre de 2015, o PIB caiu 3,8%.  Em valores correntes, o PIB no segundo trimestre de 2016 alcançou R$ 1,5 trilhão. Em 12 meses, a queda foi de 4,9% na comparação com mesmo período anterior e, no acumulado do primeiro semestre de 2016, a economia encolheu 4,6%.  Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (31) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). É o sexto trimestre seguido de queda, na comparação com os trimestres imediatamente anteriores. Em 2015, o PIB encolheu 3,8%, com resultados negativos nos quatro trimestres do ano. Bastam dois trimestres seguidos de recuo para se considerar que um país está em recessão técnica. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, o Brasil registra o nono trimestre consecutivo de queda do PIB. É a maior sequência de resultados negativos já registrada.  O governo do presidente interino, Michel Temer, espera que o PIB encolha 3% neste ano e tenha crescimento de 1,6% em 2017.

Do lado do crédito: o setor produtivo (principalmente o imobiliário) não consegue ajuda, pois na última reunião do Banco Central a taxa básica de juros foi mantida em 14,25% ao ano. Logo a oferta de crédito continua emperrada e o mercado imobiliário atinge o pior patamar em 12 anos. Os financiamentos imobiliários concedidos pelos agentes financeiros do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) somaram R$ 3,8 bilhões em julho, queda de 10,6% frente ao anotado no mês anterior (R$ 4,3 bilhões). Em relação a igual período do ano passado (R$ 6,0 bilhões), houve diminuição de 35,9%. As informações foram divulgadas no dia 26/08/16 pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). Entre janeiro e julho deste ano, os financiamentos imobiliários totalizaram R$ 26,4 bilhões, valor 47,9% menor do que o apurado no mesmo intervalo de 2015. Em 12 meses (agosto de 2015 a julho de 2016), foram destinados R$ 51,3 bilhões à aquisição e construção de imóveis com recursos das cadernetas de poupança do SBPE, registrando retração de 48,7% em relação ao montante apurado nos 12 meses precedentes.

Olhando o lado dos empresários: O Índice de Confiança da Construção subiu 1,8 ponto em agosto, sobre o mês anterior, alcançando 72,5 pontos – o maior nível desde julho de 2015. Ante o mesmo período do ano passado, houve alta discreta, de 0,1 ponto, primeiro resultado positivo do ano neste tipo de comparação. Após a segunda alta consecutiva, o índice acumula ganho de 5,9 pontos desde o mínimo histórico de fevereiro. Embora continue muito mais próximo do registro mínimo que da média histórica e mostre uma evolução em 2016 menos favorável que a de outros segmentos produtivos, a tendência de redução do pessimismo já parece evidente do setor de construção, diz a FGV, em nota.

A salvação para crédito mais barato pode estar à vista: já que o vice-presidente de Habitação da Caixa Econômica Federal, Nelson Antônio de Souza, garantiu que não faltarão recursos para habitação neste ano. “Temos R$ 54 bilhões para serem aplicados no segundo semestre. Sendo R$ 16 bilhões para habitação de mercado e R$ 38 bilhões para habitação social”, informa Nelson Souza. Reconhecido como principal segmento de crédito da Caixa, a habitação pretende chegar ao segundo semestre de 2016 com parte dos R$ 93,7 bilhões garantidos em recursos para investimentos no setor. De acordo com dados do balanço semestral do banco, as contratações da carteira de crédito habitacional somaram R$ 38,1 bilhões no primeiro semestre de 2016, dos quais R$ 29,9 bilhões com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), incluindo subsídios, e R$ 7,1 bilhões com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (CAIXA/SBPE), além de R$ 1,1 bilhão contratados com outros recursos. A Caixa continua líder no segmento de habitação, com 66,7% de participação no mercado; número que evoluiu 7,2% nos últimos 12 meses. “Se considerarmos somente a habitação social, temos mais de 90% de participação no mercado”, ressalta Souza. O vice-presidente destaca a importância de programas sociais, como o Minha Casa Minha Vida (MCMV), que alcança a marca de 4,4 milhões de unidades habitacionais contratadas, beneficiando cerca de 3 milhões de famílias, desde sua criação em 2009. “Esse é um papel que a Caixa cumpre plenamente; ser o grande agente de desenvolvimento de políticas públicas do Brasil”, disse.

Agora vamos aos preços, pois isso é que diz como o mercado está: segundo o índice de medição de preços do mercado imobiliário denominado IPH – INDICE PROPERATI HIPERDADOS apresentou variações de queda e de alta em função desse momento que, para muitos o fundo do poço passou.

Agora o Índice PROPERATI-HIPERDADOS está medindo 31 cidades brasileiras, no próximo mês ampliaremos o número de cidades cobertas por nosso índice.

TABELA 1: Índice Properati Hiperdados Residencial Geral (IPH-RES/G): medição agosto/2016, variação nominal comparada com o mês anterior.
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TABELA 2: Índice Properati Hiperdados Residencial Apartamentos (IPH-RES/A): medição agosto/2016, variação nominal comparada com o mês anterior.
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TABELA 3: Índice Properati Hiperdados Residencial Casas (IPH-RES/C): medição agosto/2016, variação nominal comparada com o mês anterior.

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