Mercado Imobiliário Indice Properati-Hiperdados

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É com muita satisfação que comunicamos que a partir do mês de junho/2016, nosso software de inteligência de mercado está monitorando criando o índice de 24 cidades em diversas regiões do Brasil. Nosso objetivo, além de promover a inteligência de mercado para a incorporação imobiliária e construção civil, é contribuir com o planejamento imobiliário das empresas.

Com uma base com mais de um milhão de imóveis livre de viés, trazemos números reais do mercado imobiliário, na próxima semana já vamos trazer o preço do imóvel e a oferta imobiliária referente ao mês de julho/2016.

Assim sendo na tabela 1, veja como estão se comportando os preços do Índice Properati Hiperdados Residencial Geral (IPH-RES/G):

 

TABELA 1: Índice Properati Hiperdados Residencial Geral (IPH-RES/G): medição junho/2016, variação nominal comparada com o mês anterior.

 

tabela-iphresg201606

Perceba que em linhas gerais, olhando a tabela acima, as cidades com perfil metropolitano apresentaram retração nos preços, destaque para Porto Alegre, onde os preços recuaram 2,35%. Isso acontece principalmente porque o setor de serviços anda em baixa, desempregando muitos trabalhadores e gerando medo inclusive naqueles que podem comprar um imóvel, logo o consumo do mercado imobiliário nessas regiões está sendo mais afetado. Não podemos esquecer que a falta de linhas de financiamento viáveis para Habitação prejudica bastante o consumo o que reflete em retração de preços. Exceção à cidade do Rio de Janeiro que está com preços influenciados pelas Olimpíadas e na média está apresentando evolução de 2,29%.

No caso de outras cidades que apresentaram valorização, esse movimento pode ser justificado porque os preços até R$ 5.000 por metro quadrado ainda conseguem uma certa elasticidade em função do preço final das unidades, por exemplo imóveis de 50 metros com essa faixa de valor podem, facilmente, serem enquadrados em programas de financiamento mais populares, por esse motivo os preços acompanham a inflação da moeda real.

Lembrando que nestas análises a variação de preços é nominal e não estamos descontando a inflação da moeda, que no caso podemos considerar:

Índice de Preços ao Consumidor Amplo publicado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, que no geral variou +0,35%, lembrando que o que aconteceu no mercado imobiliário de Porto Alegre nesse mês de junho, também pode ser explicado pela própria retração do IPCA nessa cidade, veja na tabela 2 abaixo:

Tabela 2: Índice de Preços ao Consumidor Amplo mês junho/2016

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  • INCC-M – Índice Nacional de Custo de Construções publicado pela Fundação Getúlio Vargas, demonstra que enquanto os preços dos imóveis estão perdendo força, o custo sofreu grande pressão em função do dissidio coletivo da mão de obra da construção civil que representou a inflação de custo nos insumos da construção civil no valor de 1,93% entre maio e junho/2016; e

 

  • IGP-M – Índice Geral de Preços do Mercado publicado pela Fundação Getúlio Vargas, que também retrata o poder de compra da moeda, teve expressiva variação inflacionária de 1,69% entre maio e junho/2016, vale lembrar que o INCC-M influencia este indicador, pois este compõe o IGP-M.

 

Nas tabelas 3 e 4 apresentamos os índices IPH-RES/A e IPH-RES/C, que juntos compõem o IPH-RES/G apresentado acima.

 

TABELA 3: Índice Properati Hiperdados Residencial Apartamentos (IPH-RES/A): medição junho/2016, variação nominal comparada com o mês anterior.

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TABELA 4: Índice Properati Hiperdados Residencial Casas (IPH-RES/C): medição junho/2016, variação nominal comparada com o mês anterior.

tabela-iphresc201606

 

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